3 de fevereiro de 2011

Caminho disconexo de uma insanidade incerta...

Cade o timoneiro?
Ao bel prazer do mar
Direções desconexas
Correntes em formas boreais
Variando do roxo ao laranja
A cada ser que passa
Minha mente mergulha
Oceano de indecisões
Mundo psicodélico
Densas nuvens de duvidas
Toque de mel
Delicadeza surreal
Ausência de convicção
Inerente à tudo
Naturalmente belo
Indefinidamente parcial

Ideias bóiam/oscilam
São tantos caminhos/trilhas...
Basta!

Sanidade insana
Certezas soam incertas
e passos vão à tropeços
há caminhos
não caminho
nado...
Nada...